domingo, 23 de janeiro de 2011

Judas e mais nove: Os dez maiores traidores de todos os tempos!

10 WANG JINGWEI
CHINA
GUERRA SINO-JAPONESA, DÉCADA DE 1930
Depois de participar do Kuomintang, movimento que lutava para unificar o país, Jingwei se revoltou e mudou para o lado inimigo justo quando a guerra da China contra o Japão pegava fogo, literalmente. Ele não apenas fez vista grossa para os avanços japoneses como conquistou a província de Nanquim para os novos amigos.
Ao trocar a China pelo Japão, Wang Jingwei deixou de lado sua ideologia comunista para defender um país que fazia parte do grupo do Eixo, aquele mesmo que era comandado pela Alemanha nazista na Segunda Guerra.
9 ALDRICH AMES
EUA
DÉCADAS DE 1980 E 1990
Espião da mais famosa agência de inteligência americana, a CIA, Aldrich Ames se vendeu para a KGB, o serviço secreto da Rússia, durante a Guerra Fria. Por alguns milhões de dólares, o traíra vendia para os russos o nome daqueles que trabalhavam para os EUA. Descoberto depois de quase 15 anos de serviços prestados aos inimigos, ele foi condenado à prisão perpétua.
A Rússia contratou um traidor para ser seu dedo-duro infiltrado na CIA, mas não perdoava traições. Pessoas delatadas por Ames não tinham perdão: muitas foram executadas antes mesmo de poderem se defender.
8 TOMMASO BUSCETTA
ITÁLIA
DÉCADA DE 1980
Foi um dos membros mais importantes da Cosa Nostra, a máfia italiana. E adivinhem onde ele enriqueceu? No Brasil, traficando drogas. Preso pela Polícia Federal em 1984 e deportado para a Itália, ele fez pinta de arrependido e entregou todo o esquema da máfia. Por colaborar com a polícia, Buscetta ganhou proteção especial e um salário para o resto de sua vida, que terminou em 2000, quando morreu de câncer.
O italiano foi o primeiro traidor da máfia a ficar conhecido por quebrar o juramento de silêncio da organização. Ele se safou, mas a Cosa Nostra ‘apagou’ mais de dez pessoas de sua família
7 DOMINGOS FERNANDES CALABAR
BRASIL
BRASIL COLÔNIA, SÉCULO 17
O único representante brasileiro da lista é considerado por muitos um dos primeiros traidores da história do país. Calabar era um senhor de engenho na capitania de Pernambuco e se aliou aos holandeses quando eles invadiram as terras brasileiras – na época, sob o domínio de Portugal. Como conhecia o território pernambucano como a palma de sua mão, ajudou em praticamente todas as conquistas da Holanda por estas bandas.
Alguns historiadores questionam a fama de traidor de Calabar e alegam que ele lutou ao lado dos holandeses porque acreditava que, sem o domínio de Portugal, a pátria seria livre.
6 AUGUSTO PINOCHET
CHILE
DÉCADA DE 1970
No dia 25 de agosto de 1973, o presidente do Chile, Salvador Allende, escolheu um dos militares que considerava mais leais para assumir a chefia do Exército. Três semanas depois, Pinochet liderava um golpe militar para derrubá-lo e implantar uma ditadura que duraria 17 anos. Pinochet até ofereceu um avião para o presidente fugir, mas uma transmissão de rádio revelou que sua intenção era jogar Allende da aeronave em pleno vôo.
Allende confiava tanto em Pinochet que, na manhã do dia do golpe, teria dito: ‘Chamem Augusto, ele é um dos nossos’.
5 SILVÉRIO DOS REIS
PORTUGAL
BRASIL COLÔNIA, SÉCULO 18
Apesar de ser português, ele se tornou um dos traidores mais famosos do Brasil antes mesmo de o país se libertar de Portugal. Isso porque passou por cima logo do primeiro movimento de independência, a famosa Inconfidência Mineira. Para escapar das suas dívidas com a Coroa, ele entregou seu amigo Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes. A conclusão todo mundo já sabe: o líder dos inconfidentes acabou enforcado e esquartejado.
Além de ter suas dívidas perdoadas, o delator de Tiradentes ganhou uma pensão vitalícia do governo português e foi até mesmo recebido por dom João.
4 HEINRICH HIMMLER
ALEMANHA
SEGUNDA GUERRA MUNDIAL (1939-1945)
Abandonar os companheiros de luta e passar para o outro lado é considerado traição, independentemente do lado em que está lutando. Por isso, Himmler, o chefe da polícia nazista, está aqui. Afinal, quando ele percebeu que as chances de vencer a guerra eram praticamente nulas, não titubeou em abandonar Hitler e negociar uma rendição da Alemanha com os EUA e a Grã-Bretanha.
Himmler tentou entregar a Alemanha para os Aliados em troca de sua liberdade. Mas não deu certo: ele foi considerado criminoso de guerra, foi preso e se suicidou.
3 MARCUS JUNIUS BRUTUS
ROMA
44 A.C.
Brutus certamente não foi o primeiro traidor da história, mas foi o primeiro a se tornar famoso. Depois de lutar pelo Império Romano, comandado pelo seu pai adotivo, Júlio César, ele se uniu a outro traíra, o general Cássio Longinus, para tomar o poder. Não bastasse a traição, o cara aceitou colocar em prática o plano de assassinar o ‘papito’. Ao ser golpeado, César mandou a famosa frase: ‘Até tu, Brutus?’
Depois da traição, Brutus chegou a montar um exército para dominar o Império Romano, mas foi derrotado por Marco Antônio. Aí a consciência pesou e ele se suicidou.
2 TALLEYRAND-PÉRIGORD
FRANÇA
REVOLUÇÃO FRANCESA, SÉCULO 18
Para o ministro das relações exteriores de Napoleão Bonaparte, ‘traição é uma questão de datas’. Talvez por isso, Talleyrand não só tenha abandonado o imperador mas também mudado radicalmente de lado. Numa época em que a França espalhava pela Europa os princípios da revolução, ele organizou a deposição de Napoleão e a volta dos Bourbons para restaurar a monarquia.
Depois da crocodilagem, Talleyrand trabalhou como embaixador de Luís XVIII, que sucedeu Napoleão,
e representou a França no Congresso de Viena.
1. JUDAS ISCARIOTE
GALILÉIA
33 ANOS APÓS O NASCIMENTO DE CRISTO
Ele não traiu ‘simplesmente’ uma pátria, um partido ou uma ideologia. O mais famoso traidor da história é até hoje lembrado como o sujeito que deu uma rasteira no filho único do Todo-Poderoso. E pior: segundo a Bíblia, Judas entregou Jesus Cristo aos soldados romanos em troca de míseras 30 moedas de prata. Arrependido, o apóstolo tentou devolver o dinheiro e voltar atrás, mas já era tarde. Cristo foi crucificado e Judas, culpado, suicidou-se.
Em algumas cidades do mundo, inclusive aqui no Brasil, existe o costume de ‘malhar’ o Judas no sábado de Aleluia (o que vem antes do domingo de Páscoa).
Fonte: Mundo Estranho

"HAF X BR Machine", computador mais caro da Campus Party 2011 custa R$ 25 mil

O computador mais potente da Campus Party 2011, batizado de “HAF X BR Machine”, é avaliado em cerca de R$ 25 mil. Segundo Rafael Turci, responsável pela máquina, o computador tem a melhor configuração da América Latina, conforme testes realizados. "Não tem nenhuma outra máquina no continente que pode competir", afirma.
O computador vem equipado com gabinete HAF X, processador Intel Core i7 980X, memória de 12GB DDR3, quatro placas de vídeo nVidia GeForce GTX580, HD de 1TB Sata 2, placa-mãe 4-Way SLI e Intel SSD de 40GB. O PC ainda vem com cooler V6 GT e fonte Silent Pro Gold de 1200 Watts.
Segundo Turci, a máquina foi feita com parcerias, como a fabricante Cooler Master e a empresa Monster Tech. A ideia dele é modificar o computador durante o evento para torná-lo mais “atraente”.
Turci participa da Campus Party Brasil desde a primeira edição do evento, que acontece até domingo no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo. As informações são do G1.
http://www.cabecadecuia.com/noticias/89068/haf-x-br-machine-computador-mais-caro-da-campus-party-2011-custa-r-25-mil.html

Super Surdo em ação!!

Piratas do vale do silício - Filme


Piratas do Vale do Silício (Pirates of Silicon Valley, no original, de 1999) é um filme feito para a televisão, pela TNT, escrito e dirigido por Martyn Burke. Baseado no livro Fire in the Valley: The Making of The Personal Computer, de Paul Freiberger e Michael Swaine, o filme oferece uma versão dramatizada do nascimento da era da informática doméstica, desde o primeiro PC, através da histórica rivalidade entre a Apple e seu Macintosh e a Microsoft, indo desde o Altair 8800 da empresa MITS, passando pelo MS-DOS, pelo IBM PC e terminando no Microsoft Windows. O filme começa no início da década de 1970 e termina em 1985, pouco antes de Steve Jobs ser demitido da Apple por John Sculley.
Começando no campus da UCB (Universidade de Berkley) durante o período do Movimento Liberdade de Expressão, o filme expõe as aflições dos amigos Steve Jobs (Noah Wyle) e Steve Wozniak (Joey Slotnick), que formariam a Apple Computer; e os estudantes de Harvard, Bill Gates (Anthony Michael), Steve Ballmer (John Di Maggio) e o amigo de Gates, Paul Allen (Josh Hopkins), que criariam a Microsoft.
Gates, Jobs e Wozniak deixariam a universidade (Jobs foi na realidade, um estudante do Reed College) por um curto período, mas isto não é documentado no filme; Wozniak logo regressaria à UCB) para poder tomar o papel no crescimento da revolução dos computadores pessoais. O filme é narrado pelo ponto de vista de Wozniak e Ballmer.